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	<title>quadro &#8211; Carlos Albarran</title>
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	<description>artista plástico</description>
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	<title>quadro &#8211; Carlos Albarran</title>
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	<item>
		<title>transcendendo o tempo</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/transcendetempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 14:20:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[original indisponível
digital 1600px 150dpi]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>transcendendo o tempo</p>
<p>Não fales &#8211; Pensa<br />
Não duvides &#8211; Procura<br />
Não sofras &#8211; Sente<br />
Não condenes &#8211; Julga<br />
Não estagnes &#8211; Intenta<br />
Não desanimes &#8211; Esforça<br />
Não furtes &#8211; Pede </p>
<p>Não penses &#8211; Escuta<br />
Não procures &#8211; Conhece<br />
Não sintas &#8211; Avalia<br />
Não julgues &#8211; Compreende<br />
Não intentes &#8211; Renuncia<br />
Não esforces &#8211; Cumpre<br />
Não peças &#8211; Trabalha </p>
<p>Não escutes &#8211; Medita<br />
Não conheças &#8211; Aprende<br />
Não avalies &#8211; Cura<br />
Não compreendas &#8211; Harmoniza<br />
Não renuncies &#8211; Caminha<br />
Não cumpras &#8211; Serve<br />
Não trabalhes &#8211; Flui </p>
<p>Não medites &#8211; Ama<br />
Não aprendas &#8211; Sabe<br />
Não cures &#8211; Dá-te<br />
Não harmonize &#8211; Existe<br />
Não caminhes &#8211; Está<br />
Não sirvas &#8211; Sê<br />
Não fluas &#8211; Vive </p>
<p>Consciência<br />
Inteligência<br />
Espaço<br />
Tempo<br />
Movimento<br />
É assim<br />
Eu sou o que sou</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>transcendendo o espaço</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/transcendeespaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 14:15:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[original indisponível
digital 1600px 150dpi]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>transcendendo o espaço</p>
<p>Centro e periferia<br />
essência e forma<br />
abstracto e concreto<br />
É a dualidade que em tudo existe em que tudo existe<br />
Quando se separam os opostos<br />
vem a diferença surge a guerra é a morte<br />
Quando se unem os complementares<br />
pelo amor para a vida vem a felicidade<br />
Tal como o masculino e o feminino se unem<br />
realizando o casal auto-reprodutível<br />
Assim se unem o abstracto e o concreto<br />
para efectivar o ser auto-existente<br />
Tal como a semente contém a árvore<br />
e a árvore repõe a semente<br />
Assim a essência contém a forma<br />
e a forma a reconhece<br />
Centro e periferia<br />
se tocam<br />
se fundem<br />
Espírito alma e corpo<br />
são um</p>
<p>Então<br />
Então o milagre acontece<br />
Então<br />
Eu sou agora aqui assim este ser</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ressurgimento da última nau &#8211; centro</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/res_nau_c/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 14:11:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[original indisponível
digital 1600px 150dpi]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ressurgimento da Última Nau</p>
<p>&#8220;Levando a bordo El-Rei &#8230;<br />
E erguendo, como um nome, alto o pendão<br />
Do Império,<br />
Foi-se a última nau, &#8230;<br />
&#8230; A que ilha indescoberta<br />
Aportou? &#8230;<br />
Que costas é que as ondas contam<br />
E se não pode encontrar<br />
Por mais naus que haja no mar? &#8230;<br />
Que voz vem no som das ondas<br />
Que não é a voz do mar? &#8230;<br />
Haverá rasgões no espaço<br />
Que dêem para outro lado, &#8230;<br />
E que, &#8230;<br />
Aqui&#8230;<br />
Surja uma ilha velada, &#8230;<br />
Que guarda o Rei desterrado<br />
Em sua vida encantada? &#8230;</p>
<p>São ilhas afortunadas,<br />
São terras sem ter lugar,<br />
Onde o Rei mora esperando&#8230;</p>
<p>O mostrengo que está no fim do mar<br />
Veio das trevas a procurar<br />
A madrugada do novo dia,&#8230;<br />
&#8230; Rodou e foi-se o mostrengo servo<br />
Que seu senhor veio aqui buscar<br />
Chamar aquele que está dormindo<br />
&#8230; (Que ânsia distante perto chora?).</p>
<p>Procurei-te<br />
Sim procurei-te<br />
Procurei-te em tudo<br />
Procurei-te em todos<br />
No espaço e para além do espaço<br />
No tempo e para além do tempo<br />
Em todos os movimentos<br />
E na quietude<br />
Te procurei</p>
<p>Procurei-te no ouro da terra<br />
Na verde água<br />
No azul do ar<br />
No fogo encarnado<br />
Nos quatro elementos<br />
E nas três essências</p>
<p>Procurei-te em todas as formas<br />
Em todos os seres<br />
Procurei-te no equilíbrio dos astros<br />
Na ecologia da Terra<br />
No centro do átomo<br />
Procurei-te na geometria viva do cristal<br />
Na alma solar do vegetal<br />
No espírito universal do animal</p>
<p>Procurei-te na inteligência da pomba<br />
No amor do cavalo<br />
Na vontade do cão<br />
Na harmonia do homem</p>
<p>Procurei-te</p>
<p>E em todos<br />
E em tudo<br />
Te encontrei</p>
<p>&#8220;E em mim, num mar que não tem tempo ou espaço,<br />
Vejo entre a serração teu vulto baço<br />
Que torna &#8230;</p>
<p>&#8230; É a hora!<br />
&#8230; ergue-te do fundo de não seres<br />
Para teu novo fado!<br />
Vem, Galaaz com pátria, erguer de novo,<br />
Mas já no auge da suprema prova,</p>
<p>A alma penitente de teu povo<br />
À Eucaristia Nova.</p>
<p>Mestre da Paz, ergue teu gládio ungido,<br />
Excalibur do Fim, em jeito tal<br />
Que sua luz ao mundo dividido<br />
Revele o Santo Gral!</p>
<p>Com duas mãos &#8211; o Acto e o Destino<br />
Desvendámos. No mesmo gesto ao Céu<br />
Uma ergue o facho trémulo e divino<br />
E a outra afasta o véu<br />
Que símbolo fecundo<br />
Vem na aurora ansiosa?<br />
Que símbolo divino<br />
Traz o dia já visto?<br />
Que símbolo final<br />
Mostra o sol já desperto? &#8230;<br />
Mistério.</p>
<p>Que as forças cegas se domem<br />
Pela visão que a alma tem! &#8230;</p>
<p>Surges ao sol em mim, e a névoa finda:<br />
A mesma, e trazes o pendão ainda<br />
Do Império&#8230;&#8221;</p>
<p>(com extractos da &#8220;MENSAGEM&#8221; de Fernando Pessoa)</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ressurgimento da última nau &#8211; espelho</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/res-nau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 14:09:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[original indisponível
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ressurgimento da Última Nau</p>
<p>&#8220;Levando a bordo El-Rei &#8230;<br />
E erguendo, como um nome, alto o pendão<br />
Do Império,<br />
Foi-se a última nau, &#8230;<br />
&#8230; A que ilha indescoberta<br />
Aportou? &#8230;<br />
Que costas é que as ondas contam<br />
E se não pode encontrar<br />
Por mais naus que haja no mar? &#8230;<br />
Que voz vem no som das ondas<br />
Que não é a voz do mar? &#8230;<br />
Haverá rasgões no espaço<br />
Que dêem para outro lado, &#8230;<br />
E que, &#8230;<br />
Aqui&#8230;<br />
Surja uma ilha velada, &#8230;<br />
Que guarda o Rei desterrado<br />
Em sua vida encantada? &#8230;</p>
<p>São ilhas afortunadas,<br />
São terras sem ter lugar,<br />
Onde o Rei mora esperando&#8230;</p>
<p>O mostrengo que está no fim do mar<br />
Veio das trevas a procurar<br />
A madrugada do novo dia,&#8230;<br />
&#8230; Rodou e foi-se o mostrengo servo<br />
Que seu senhor veio aqui buscar<br />
Chamar aquele que está dormindo<br />
&#8230; (Que ânsia distante perto chora?).</p>
<p>Procurei-te<br />
Sim procurei-te<br />
Procurei-te em tudo<br />
Procurei-te em todos<br />
No espaço e para além do espaço<br />
No tempo e para além do tempo<br />
Em todos os movimentos<br />
E na quietude<br />
Te procurei</p>
<p>Procurei-te no ouro da terra<br />
Na verde água<br />
No azul do ar<br />
No fogo encarnado<br />
Nos quatro elementos<br />
E nas três essências</p>
<p>Procurei-te em todas as formas<br />
Em todos os seres<br />
Procurei-te no equilíbrio dos astros<br />
Na ecologia da Terra<br />
No centro do átomo<br />
Procurei-te na geometria viva do cristal<br />
Na alma solar do vegetal<br />
No espírito universal do animal</p>
<p>Procurei-te na inteligência da pomba<br />
No amor do cavalo<br />
Na vontade do cão<br />
Na harmonia do homem</p>
<p>Procurei-te</p>
<p>E em todos<br />
E em tudo<br />
Te encontrei</p>
<p>&#8220;E em mim, num mar que não tem tempo ou espaço,<br />
Vejo entre a serração teu vulto baço<br />
Que torna &#8230;</p>
<p>&#8230; É a hora!<br />
&#8230; ergue-te do fundo de não seres<br />
Para teu novo fado!<br />
Vem, Galaaz com pátria, erguer de novo,<br />
Mas já no auge da suprema prova,</p>
<p>A alma penitente de teu povo<br />
À Eucaristia Nova.</p>
<p>Mestre da Paz, ergue teu gládio ungido,<br />
Excalibur do Fim, em jeito tal<br />
Que sua luz ao mundo dividido<br />
Revele o Santo Gral!</p>
<p>Com duas mãos &#8211; o Acto e o Destino<br />
Desvendámos. No mesmo gesto ao Céu<br />
Uma ergue o facho trémulo e divino<br />
E a outra afasta o véu<br />
Que símbolo fecundo<br />
Vem na aurora ansiosa?<br />
Que símbolo divino<br />
Traz o dia já visto?<br />
Que símbolo final<br />
Mostra o sol já desperto? &#8230;<br />
Mistério.</p>
<p>Que as forças cegas se domem<br />
Pela visão que a alma tem! &#8230;</p>
<p>Surges ao sol em mim, e a névoa finda:<br />
A mesma, e trazes o pendão ainda<br />
Do Império&#8230;&#8221;</p>
<p>(com extractos da &#8220;MENSAGEM&#8221; de Fernando Pessoa)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ressurgimento da última nau 2</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/ressurgimento_ultima_nau__/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 14:07:27 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ressurgimento da Última Nau</p>
<p>&#8220;Levando a bordo El-Rei &#8230;<br />
E erguendo, como um nome, alto o pendão<br />
Do Império,<br />
Foi-se a última nau, &#8230;<br />
&#8230; A que ilha indescoberta<br />
Aportou? &#8230;<br />
Que costas é que as ondas contam<br />
E se não pode encontrar<br />
Por mais naus que haja no mar? &#8230;<br />
Que voz vem no som das ondas<br />
Que não é a voz do mar? &#8230;<br />
Haverá rasgões no espaço<br />
Que dêem para outro lado, &#8230;<br />
E que, &#8230;<br />
Aqui&#8230;<br />
Surja uma ilha velada, &#8230;<br />
Que guarda o Rei desterrado<br />
Em sua vida encantada? &#8230;</p>
<p>São ilhas afortunadas,<br />
São terras sem ter lugar,<br />
Onde o Rei mora esperando&#8230;</p>
<p>O mostrengo que está no fim do mar<br />
Veio das trevas a procurar<br />
A madrugada do novo dia,&#8230;<br />
&#8230; Rodou e foi-se o mostrengo servo<br />
Que seu senhor veio aqui buscar<br />
Chamar aquele que está dormindo<br />
&#8230; (Que ânsia distante perto chora?).</p>
<p>Procurei-te<br />
Sim procurei-te<br />
Procurei-te em tudo<br />
Procurei-te em todos<br />
No espaço e para além do espaço<br />
No tempo e para além do tempo<br />
Em todos os movimentos<br />
E na quietude<br />
Te procurei</p>
<p>Procurei-te no ouro da terra<br />
Na verde água<br />
No azul do ar<br />
No fogo encarnado<br />
Nos quatro elementos<br />
E nas três essências</p>
<p>Procurei-te em todas as formas<br />
Em todos os seres<br />
Procurei-te no equilíbrio dos astros<br />
Na ecologia da Terra<br />
No centro do átomo<br />
Procurei-te na geometria viva do cristal<br />
Na alma solar do vegetal<br />
No espírito universal do animal</p>
<p>Procurei-te na inteligência da pomba<br />
No amor do cavalo<br />
Na vontade do cão<br />
Na harmonia do homem</p>
<p>Procurei-te</p>
<p>E em todos<br />
E em tudo<br />
Te encontrei</p>
<p>&#8220;E em mim, num mar que não tem tempo ou espaço,<br />
Vejo entre a serração teu vulto baço<br />
Que torna &#8230;</p>
<p>&#8230; É a hora!<br />
&#8230; ergue-te do fundo de não seres<br />
Para teu novo fado!<br />
Vem, Galaaz com pátria, erguer de novo,<br />
Mas já no auge da suprema prova,</p>
<p>A alma penitente de teu povo<br />
À Eucaristia Nova.</p>
<p>Mestre da Paz, ergue teu gládio ungido,<br />
Excalibur do Fim, em jeito tal<br />
Que sua luz ao mundo dividido<br />
Revele o Santo Gral!</p>
<p>Com duas mãos &#8211; o Acto e o Destino<br />
Desvendámos. No mesmo gesto ao Céu<br />
Uma ergue o facho trémulo e divino<br />
E a outra afasta o véu<br />
Que símbolo fecundo<br />
Vem na aurora ansiosa?<br />
Que símbolo divino<br />
Traz o dia já visto?<br />
Que símbolo final<br />
Mostra o sol já desperto? &#8230;<br />
Mistério.</p>
<p>Que as forças cegas se domem<br />
Pela visão que a alma tem! &#8230;</p>
<p>Surges ao sol em mim, e a névoa finda:<br />
A mesma, e trazes o pendão ainda<br />
Do Império&#8230;&#8221;</p>
<p>(com extractos da &#8220;MENSAGEM&#8221; de Fernando Pessoa)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ressurgimento da última nau</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/ressurgimento_ultima_nau__b/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 13:59:14 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ressurgimento da Última Nau</p>
<p>&#8220;Levando a bordo El-Rei &#8230;<br />
E erguendo, como um nome, alto o pendão<br />
Do Império,<br />
Foi-se a última nau, &#8230;<br />
&#8230; A que ilha indescoberta<br />
Aportou? &#8230;<br />
Que costas é que as ondas contam<br />
E se não pode encontrar<br />
Por mais naus que haja no mar? &#8230;<br />
Que voz vem no som das ondas<br />
Que não é a voz do mar? &#8230;<br />
Haverá rasgões no espaço<br />
Que dêem para outro lado, &#8230;<br />
E que, &#8230;<br />
Aqui&#8230;<br />
Surja uma ilha velada, &#8230;<br />
Que guarda o Rei desterrado<br />
Em sua vida encantada? &#8230;</p>
<p>São ilhas afortunadas,<br />
São terras sem ter lugar,<br />
Onde o Rei mora esperando&#8230;</p>
<p>O mostrengo que está no fim do mar<br />
Veio das trevas a procurar<br />
A madrugada do novo dia,&#8230;<br />
&#8230; Rodou e foi-se o mostrengo servo<br />
Que seu senhor veio aqui buscar<br />
Chamar aquele que está dormindo<br />
&#8230; (Que ânsia distante perto chora?).</p>
<p>Procurei-te<br />
Sim procurei-te<br />
Procurei-te em tudo<br />
Procurei-te em todos<br />
No espaço e para além do espaço<br />
No tempo e para além do tempo<br />
Em todos os movimentos<br />
E na quietude<br />
Te procurei</p>
<p>Procurei-te no ouro da terra<br />
Na verde água<br />
No azul do ar<br />
No fogo encarnado<br />
Nos quatro elementos<br />
E nas três essências</p>
<p>Procurei-te em todas as formas<br />
Em todos os seres<br />
Procurei-te no equilíbrio dos astros<br />
Na ecologia da Terra<br />
No centro do átomo<br />
Procurei-te na geometria viva do cristal<br />
Na alma solar do vegetal<br />
No espírito universal do animal</p>
<p>Procurei-te na inteligência da pomba<br />
No amor do cavalo<br />
Na vontade do cão<br />
Na harmonia do homem</p>
<p>Procurei-te</p>
<p>E em todos<br />
E em tudo<br />
Te encontrei</p>
<p>&#8220;E em mim, num mar que não tem tempo ou espaço,<br />
Vejo entre a serração teu vulto baço<br />
Que torna &#8230;</p>
<p>&#8230; É a hora!<br />
&#8230; ergue-te do fundo de não seres<br />
Para teu novo fado!<br />
Vem, Galaaz com pátria, erguer de novo,<br />
Mas já no auge da suprema prova,</p>
<p>A alma penitente de teu povo<br />
À Eucaristia Nova.</p>
<p>Mestre da Paz, ergue teu gládio ungido,<br />
Excalibur do Fim, em jeito tal<br />
Que sua luz ao mundo dividido<br />
Revele o Santo Gral!</p>
<p>Com duas mãos &#8211; o Acto e o Destino<br />
Desvendámos. No mesmo gesto ao Céu<br />
Uma ergue o facho trémulo e divino<br />
E a outra afasta o véu<br />
Que símbolo fecundo<br />
Vem na aurora ansiosa?<br />
Que símbolo divino<br />
Traz o dia já visto?<br />
Que símbolo final<br />
Mostra o sol já desperto? &#8230;<br />
Mistério.</p>
<p>Que as forças cegas se domem<br />
Pela visão que a alma tem! &#8230;</p>
<p>Surges ao sol em mim, e a névoa finda:<br />
A mesma, e trazes o pendão ainda<br />
Do Império&#8230;&#8221;</p>
<p>(com extractos da &#8220;MENSAGEM&#8221; de Fernando Pessoa)</p>
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		<title>renascendo 2</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/renascendo2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 13:57:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[original indisponível
digital 1600px 150dpi]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Renascendo</p>
<p>algures no universo<br />
há um verso<br />
no verso do uno<br />
tudo aparece e desaparece<br />
tudo parece<br />
no labirinto<br />
que sinto<br />
onde pareço o que apareço<br />
tudo é feito de limites<br />
provisórios<br />
na habitação<br />
onde vivo<br />
obstáculos feitos de tempo<br />
caminhos estruturados com espaço<br />
divisões mantidas por movimento<br />
aqui<br />
dimensões<br />
ilusões</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>renascendo</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/renascendo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 13:49:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[original indisponível
digital 1600px 150dpi]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Renascendo</p>
<p>algures no universo<br />
há um verso<br />
no verso do uno<br />
tudo aparece e desaparece<br />
tudo parece<br />
no labirinto<br />
que sinto<br />
onde pareço o que apareço<br />
tudo é feito de limites<br />
provisórios<br />
na habitação<br />
onde vivo<br />
obstáculos feitos de tempo<br />
caminhos estruturados com espaço<br />
divisões mantidas por movimento<br />
aqui<br />
dimensões<br />
ilusões</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>imaculada conceção &#8211; geometria</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/imaculadaconceicao_g_b/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 13:47:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[original indisponível
digital 1600px 150dpi]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imaculada Concepção</p>
<p>na entrada do espaço<br />
no início do tempo<br />
surge o movimento<br />
em turbilhão<br />
provindo da eternidade<br />
algo se mostra e é belo<br />
o infinito se limita<br />
para o absoluto se manifestar<br />
maravilha<br />
surge<br />
na relatividade do parecer a realidade<br />
na relatividade do viver a vida<br />
na relatividade do estar o ser<br />
na relatividade do ter a dádiva<br />
na entrada do espaço<br />
no início do tempo<br />
do ponto cósmico<br />
surge surgiu surgirá<br />
a criança<br />
universo<br />
esfera de luz<br />
plenitude de amor</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>imaculada conceção &#8211; centro</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/imaculadaconcecaocentro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 13:35:16 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://arteharmonia.com/arte/?post_type=product&#038;p=1501</guid>

					<description><![CDATA[original indisponível
digital 1600px 150dpi]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imaculada Concepção</p>
<p>na entrada do espaço<br />
no início do tempo<br />
surge o movimento<br />
em turbilhão<br />
provindo da eternidade<br />
algo se mostra e é belo<br />
o infinito se limita<br />
para o absoluto se manifestar<br />
maravilha<br />
surge<br />
na relatividade do parecer a realidade<br />
na relatividade do viver a vida<br />
na relatividade do estar o ser<br />
na relatividade do ter a dádiva<br />
na entrada do espaço<br />
no início do tempo<br />
do ponto cósmico<br />
surge surgiu surgirá<br />
a criança<br />
universo<br />
esfera de luz<br />
plenitude de amor</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</channel>
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