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	<title>Ressurgimento da última nau &#8211; Carlos Albarran</title>
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	<title>Ressurgimento da última nau &#8211; Carlos Albarran</title>
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		<title>ressurgimento da última nau &#8211; centro</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/res_nau_c/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 14:11:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[original indisponível
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ressurgimento da Última Nau</p>
<p>&#8220;Levando a bordo El-Rei &#8230;<br />
E erguendo, como um nome, alto o pendão<br />
Do Império,<br />
Foi-se a última nau, &#8230;<br />
&#8230; A que ilha indescoberta<br />
Aportou? &#8230;<br />
Que costas é que as ondas contam<br />
E se não pode encontrar<br />
Por mais naus que haja no mar? &#8230;<br />
Que voz vem no som das ondas<br />
Que não é a voz do mar? &#8230;<br />
Haverá rasgões no espaço<br />
Que dêem para outro lado, &#8230;<br />
E que, &#8230;<br />
Aqui&#8230;<br />
Surja uma ilha velada, &#8230;<br />
Que guarda o Rei desterrado<br />
Em sua vida encantada? &#8230;</p>
<p>São ilhas afortunadas,<br />
São terras sem ter lugar,<br />
Onde o Rei mora esperando&#8230;</p>
<p>O mostrengo que está no fim do mar<br />
Veio das trevas a procurar<br />
A madrugada do novo dia,&#8230;<br />
&#8230; Rodou e foi-se o mostrengo servo<br />
Que seu senhor veio aqui buscar<br />
Chamar aquele que está dormindo<br />
&#8230; (Que ânsia distante perto chora?).</p>
<p>Procurei-te<br />
Sim procurei-te<br />
Procurei-te em tudo<br />
Procurei-te em todos<br />
No espaço e para além do espaço<br />
No tempo e para além do tempo<br />
Em todos os movimentos<br />
E na quietude<br />
Te procurei</p>
<p>Procurei-te no ouro da terra<br />
Na verde água<br />
No azul do ar<br />
No fogo encarnado<br />
Nos quatro elementos<br />
E nas três essências</p>
<p>Procurei-te em todas as formas<br />
Em todos os seres<br />
Procurei-te no equilíbrio dos astros<br />
Na ecologia da Terra<br />
No centro do átomo<br />
Procurei-te na geometria viva do cristal<br />
Na alma solar do vegetal<br />
No espírito universal do animal</p>
<p>Procurei-te na inteligência da pomba<br />
No amor do cavalo<br />
Na vontade do cão<br />
Na harmonia do homem</p>
<p>Procurei-te</p>
<p>E em todos<br />
E em tudo<br />
Te encontrei</p>
<p>&#8220;E em mim, num mar que não tem tempo ou espaço,<br />
Vejo entre a serração teu vulto baço<br />
Que torna &#8230;</p>
<p>&#8230; É a hora!<br />
&#8230; ergue-te do fundo de não seres<br />
Para teu novo fado!<br />
Vem, Galaaz com pátria, erguer de novo,<br />
Mas já no auge da suprema prova,</p>
<p>A alma penitente de teu povo<br />
À Eucaristia Nova.</p>
<p>Mestre da Paz, ergue teu gládio ungido,<br />
Excalibur do Fim, em jeito tal<br />
Que sua luz ao mundo dividido<br />
Revele o Santo Gral!</p>
<p>Com duas mãos &#8211; o Acto e o Destino<br />
Desvendámos. No mesmo gesto ao Céu<br />
Uma ergue o facho trémulo e divino<br />
E a outra afasta o véu<br />
Que símbolo fecundo<br />
Vem na aurora ansiosa?<br />
Que símbolo divino<br />
Traz o dia já visto?<br />
Que símbolo final<br />
Mostra o sol já desperto? &#8230;<br />
Mistério.</p>
<p>Que as forças cegas se domem<br />
Pela visão que a alma tem! &#8230;</p>
<p>Surges ao sol em mim, e a névoa finda:<br />
A mesma, e trazes o pendão ainda<br />
Do Império&#8230;&#8221;</p>
<p>(com extractos da &#8220;MENSAGEM&#8221; de Fernando Pessoa)</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ressurgimento da última nau &#8211; espelho</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/res-nau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 14:09:06 +0000</pubDate>
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<p>&#8220;Levando a bordo El-Rei &#8230;<br />
E erguendo, como um nome, alto o pendão<br />
Do Império,<br />
Foi-se a última nau, &#8230;<br />
&#8230; A que ilha indescoberta<br />
Aportou? &#8230;<br />
Que costas é que as ondas contam<br />
E se não pode encontrar<br />
Por mais naus que haja no mar? &#8230;<br />
Que voz vem no som das ondas<br />
Que não é a voz do mar? &#8230;<br />
Haverá rasgões no espaço<br />
Que dêem para outro lado, &#8230;<br />
E que, &#8230;<br />
Aqui&#8230;<br />
Surja uma ilha velada, &#8230;<br />
Que guarda o Rei desterrado<br />
Em sua vida encantada? &#8230;</p>
<p>São ilhas afortunadas,<br />
São terras sem ter lugar,<br />
Onde o Rei mora esperando&#8230;</p>
<p>O mostrengo que está no fim do mar<br />
Veio das trevas a procurar<br />
A madrugada do novo dia,&#8230;<br />
&#8230; Rodou e foi-se o mostrengo servo<br />
Que seu senhor veio aqui buscar<br />
Chamar aquele que está dormindo<br />
&#8230; (Que ânsia distante perto chora?).</p>
<p>Procurei-te<br />
Sim procurei-te<br />
Procurei-te em tudo<br />
Procurei-te em todos<br />
No espaço e para além do espaço<br />
No tempo e para além do tempo<br />
Em todos os movimentos<br />
E na quietude<br />
Te procurei</p>
<p>Procurei-te no ouro da terra<br />
Na verde água<br />
No azul do ar<br />
No fogo encarnado<br />
Nos quatro elementos<br />
E nas três essências</p>
<p>Procurei-te em todas as formas<br />
Em todos os seres<br />
Procurei-te no equilíbrio dos astros<br />
Na ecologia da Terra<br />
No centro do átomo<br />
Procurei-te na geometria viva do cristal<br />
Na alma solar do vegetal<br />
No espírito universal do animal</p>
<p>Procurei-te na inteligência da pomba<br />
No amor do cavalo<br />
Na vontade do cão<br />
Na harmonia do homem</p>
<p>Procurei-te</p>
<p>E em todos<br />
E em tudo<br />
Te encontrei</p>
<p>&#8220;E em mim, num mar que não tem tempo ou espaço,<br />
Vejo entre a serração teu vulto baço<br />
Que torna &#8230;</p>
<p>&#8230; É a hora!<br />
&#8230; ergue-te do fundo de não seres<br />
Para teu novo fado!<br />
Vem, Galaaz com pátria, erguer de novo,<br />
Mas já no auge da suprema prova,</p>
<p>A alma penitente de teu povo<br />
À Eucaristia Nova.</p>
<p>Mestre da Paz, ergue teu gládio ungido,<br />
Excalibur do Fim, em jeito tal<br />
Que sua luz ao mundo dividido<br />
Revele o Santo Gral!</p>
<p>Com duas mãos &#8211; o Acto e o Destino<br />
Desvendámos. No mesmo gesto ao Céu<br />
Uma ergue o facho trémulo e divino<br />
E a outra afasta o véu<br />
Que símbolo fecundo<br />
Vem na aurora ansiosa?<br />
Que símbolo divino<br />
Traz o dia já visto?<br />
Que símbolo final<br />
Mostra o sol já desperto? &#8230;<br />
Mistério.</p>
<p>Que as forças cegas se domem<br />
Pela visão que a alma tem! &#8230;</p>
<p>Surges ao sol em mim, e a névoa finda:<br />
A mesma, e trazes o pendão ainda<br />
Do Império&#8230;&#8221;</p>
<p>(com extractos da &#8220;MENSAGEM&#8221; de Fernando Pessoa)</p>
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		<title>ressurgimento da última nau 2</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/ressurgimento_ultima_nau__/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 14:07:27 +0000</pubDate>
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<p>&#8220;Levando a bordo El-Rei &#8230;<br />
E erguendo, como um nome, alto o pendão<br />
Do Império,<br />
Foi-se a última nau, &#8230;<br />
&#8230; A que ilha indescoberta<br />
Aportou? &#8230;<br />
Que costas é que as ondas contam<br />
E se não pode encontrar<br />
Por mais naus que haja no mar? &#8230;<br />
Que voz vem no som das ondas<br />
Que não é a voz do mar? &#8230;<br />
Haverá rasgões no espaço<br />
Que dêem para outro lado, &#8230;<br />
E que, &#8230;<br />
Aqui&#8230;<br />
Surja uma ilha velada, &#8230;<br />
Que guarda o Rei desterrado<br />
Em sua vida encantada? &#8230;</p>
<p>São ilhas afortunadas,<br />
São terras sem ter lugar,<br />
Onde o Rei mora esperando&#8230;</p>
<p>O mostrengo que está no fim do mar<br />
Veio das trevas a procurar<br />
A madrugada do novo dia,&#8230;<br />
&#8230; Rodou e foi-se o mostrengo servo<br />
Que seu senhor veio aqui buscar<br />
Chamar aquele que está dormindo<br />
&#8230; (Que ânsia distante perto chora?).</p>
<p>Procurei-te<br />
Sim procurei-te<br />
Procurei-te em tudo<br />
Procurei-te em todos<br />
No espaço e para além do espaço<br />
No tempo e para além do tempo<br />
Em todos os movimentos<br />
E na quietude<br />
Te procurei</p>
<p>Procurei-te no ouro da terra<br />
Na verde água<br />
No azul do ar<br />
No fogo encarnado<br />
Nos quatro elementos<br />
E nas três essências</p>
<p>Procurei-te em todas as formas<br />
Em todos os seres<br />
Procurei-te no equilíbrio dos astros<br />
Na ecologia da Terra<br />
No centro do átomo<br />
Procurei-te na geometria viva do cristal<br />
Na alma solar do vegetal<br />
No espírito universal do animal</p>
<p>Procurei-te na inteligência da pomba<br />
No amor do cavalo<br />
Na vontade do cão<br />
Na harmonia do homem</p>
<p>Procurei-te</p>
<p>E em todos<br />
E em tudo<br />
Te encontrei</p>
<p>&#8220;E em mim, num mar que não tem tempo ou espaço,<br />
Vejo entre a serração teu vulto baço<br />
Que torna &#8230;</p>
<p>&#8230; É a hora!<br />
&#8230; ergue-te do fundo de não seres<br />
Para teu novo fado!<br />
Vem, Galaaz com pátria, erguer de novo,<br />
Mas já no auge da suprema prova,</p>
<p>A alma penitente de teu povo<br />
À Eucaristia Nova.</p>
<p>Mestre da Paz, ergue teu gládio ungido,<br />
Excalibur do Fim, em jeito tal<br />
Que sua luz ao mundo dividido<br />
Revele o Santo Gral!</p>
<p>Com duas mãos &#8211; o Acto e o Destino<br />
Desvendámos. No mesmo gesto ao Céu<br />
Uma ergue o facho trémulo e divino<br />
E a outra afasta o véu<br />
Que símbolo fecundo<br />
Vem na aurora ansiosa?<br />
Que símbolo divino<br />
Traz o dia já visto?<br />
Que símbolo final<br />
Mostra o sol já desperto? &#8230;<br />
Mistério.</p>
<p>Que as forças cegas se domem<br />
Pela visão que a alma tem! &#8230;</p>
<p>Surges ao sol em mim, e a névoa finda:<br />
A mesma, e trazes o pendão ainda<br />
Do Império&#8230;&#8221;</p>
<p>(com extractos da &#8220;MENSAGEM&#8221; de Fernando Pessoa)</p>
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		<title>ressurgimento da última nau</title>
		<link>https://arteharmonia.com/arte/produto/ressurgimento_ultima_nau__b/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos_albarran]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 13:59:14 +0000</pubDate>
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<p>&#8220;Levando a bordo El-Rei &#8230;<br />
E erguendo, como um nome, alto o pendão<br />
Do Império,<br />
Foi-se a última nau, &#8230;<br />
&#8230; A que ilha indescoberta<br />
Aportou? &#8230;<br />
Que costas é que as ondas contam<br />
E se não pode encontrar<br />
Por mais naus que haja no mar? &#8230;<br />
Que voz vem no som das ondas<br />
Que não é a voz do mar? &#8230;<br />
Haverá rasgões no espaço<br />
Que dêem para outro lado, &#8230;<br />
E que, &#8230;<br />
Aqui&#8230;<br />
Surja uma ilha velada, &#8230;<br />
Que guarda o Rei desterrado<br />
Em sua vida encantada? &#8230;</p>
<p>São ilhas afortunadas,<br />
São terras sem ter lugar,<br />
Onde o Rei mora esperando&#8230;</p>
<p>O mostrengo que está no fim do mar<br />
Veio das trevas a procurar<br />
A madrugada do novo dia,&#8230;<br />
&#8230; Rodou e foi-se o mostrengo servo<br />
Que seu senhor veio aqui buscar<br />
Chamar aquele que está dormindo<br />
&#8230; (Que ânsia distante perto chora?).</p>
<p>Procurei-te<br />
Sim procurei-te<br />
Procurei-te em tudo<br />
Procurei-te em todos<br />
No espaço e para além do espaço<br />
No tempo e para além do tempo<br />
Em todos os movimentos<br />
E na quietude<br />
Te procurei</p>
<p>Procurei-te no ouro da terra<br />
Na verde água<br />
No azul do ar<br />
No fogo encarnado<br />
Nos quatro elementos<br />
E nas três essências</p>
<p>Procurei-te em todas as formas<br />
Em todos os seres<br />
Procurei-te no equilíbrio dos astros<br />
Na ecologia da Terra<br />
No centro do átomo<br />
Procurei-te na geometria viva do cristal<br />
Na alma solar do vegetal<br />
No espírito universal do animal</p>
<p>Procurei-te na inteligência da pomba<br />
No amor do cavalo<br />
Na vontade do cão<br />
Na harmonia do homem</p>
<p>Procurei-te</p>
<p>E em todos<br />
E em tudo<br />
Te encontrei</p>
<p>&#8220;E em mim, num mar que não tem tempo ou espaço,<br />
Vejo entre a serração teu vulto baço<br />
Que torna &#8230;</p>
<p>&#8230; É a hora!<br />
&#8230; ergue-te do fundo de não seres<br />
Para teu novo fado!<br />
Vem, Galaaz com pátria, erguer de novo,<br />
Mas já no auge da suprema prova,</p>
<p>A alma penitente de teu povo<br />
À Eucaristia Nova.</p>
<p>Mestre da Paz, ergue teu gládio ungido,<br />
Excalibur do Fim, em jeito tal<br />
Que sua luz ao mundo dividido<br />
Revele o Santo Gral!</p>
<p>Com duas mãos &#8211; o Acto e o Destino<br />
Desvendámos. No mesmo gesto ao Céu<br />
Uma ergue o facho trémulo e divino<br />
E a outra afasta o véu<br />
Que símbolo fecundo<br />
Vem na aurora ansiosa?<br />
Que símbolo divino<br />
Traz o dia já visto?<br />
Que símbolo final<br />
Mostra o sol já desperto? &#8230;<br />
Mistério.</p>
<p>Que as forças cegas se domem<br />
Pela visão que a alma tem! &#8230;</p>
<p>Surges ao sol em mim, e a névoa finda:<br />
A mesma, e trazes o pendão ainda<br />
Do Império&#8230;&#8221;</p>
<p>(com extractos da &#8220;MENSAGEM&#8221; de Fernando Pessoa)</p>
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